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	<title>Cursos Temáticos &#8211; Instituto Borborema</title>
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	<title>Cursos Temáticos &#8211; Instituto Borborema</title>
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		<title>Formação Espiritual para Crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 19:57:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O curso orienta pais e catequistas na formação de crianças na Fé Católica. Com base na doutrina, aborda a vida espiritual, moral e sacramentos, oferecendo um método estruturado para cultivar a alma infantil com profundidade e fidelidade aos ensinamentos da Igreja.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[O curso orienta pais e catequistas na formação de crianças na Fé Católica. Com base na doutrina, aborda a vida espiritual, moral e sacramentos, oferecendo um método estruturado para cultivar a alma infantil com profundidade e fidelidade aos ensinamentos da Igreja.]]></content:encoded>
					
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		<title>Deus ou o dinheiro? A Verdadeira História do Sistema Financeiro Internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 22:27:33 +0000</pubDate>
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		<title>Formação da Personalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 23:20:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O curso propõe um estudo sobre a formação da personalidade à luz da tradição clássica: ordenar inteligência, vontade, imaginação e afetos, compreender papéis, deveres e vocação e aprender a agir com prudência no mundo atual. Indicado a quem busca clareza de princípios e hábitos estáveis — sem autoajuda nem atalhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-f14d62c e-flex e-con-boxed e-con" data-id="f14d62c" data-element_type="container" data-settings="{&quot;content_width&quot;:&quot;boxed&quot;}">
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<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Muitas pessoas já tomaram consciência de que existe algo de errado com o Brasil.</h2>
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<p>Isto até muda nossa intenção de voto. Muda os jornais a que assistimos, nos faz comprar um ou outro livro (o que já é um milagre) etc. Mas o que muda em nós mesmos, na vida nossa de cada dia?</p>
<p>Nos tornamos efetivamente mais inteligentes? Mais caridosos?</p>
<p>Tomamos decisões mais prudentes, mais maduras?</p>
<p>Temos mais firmeza em propósitos que não envolvam apenas o trabalho ou obrigações sociais?</p>
<p>Resolvemos nossos problemas de dissipação do tempo e de falta de atenção?</p>
<p>Sentimos viver uma vida mais nossa, que nós queremos mesmo, ou ainda vivemos mais preocupados em estar de acordo com o que a sociedade espera de nós?</p>
<p>Se a resposta a essas perguntas não for positiva, então de que vale essa “tomada de consciência”?</p>
<p>Diante disso, será que ainda não lhe falta uma tomada de consciência de que há um</p>
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<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">problema com você?</h2>
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<p>Qualquer pessoa que viva no nosso tempo, já padece algum grau de despersonalização e rebaixamento da consciência. O mundo atual, quando nascemos, já tem todo um roteiro pronto para nós: nascer, ir para a escola, prestar vestibular, tirar um diploma para poder trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar… Ganhar dinheiro, viver com algum conforto – ser feliz.</p>
<p>Este roteiro pode até trazer sucesso. Porém, não é um roteiro seu: é um script mundano, dando-lhe um papel de coadjuvante no grande palco da vida. Sendo que, na verdade, antes mesmo de você nascer, Deus já tinha algo grande guardado para você, um script pessoal, um protagonismo que só você e mais ninguém pode assumir. Só assumindo este protagonismo é que podemos ter, muito mais do que a plenitude do sucesso, a plenitude da realização existencial. chamando ao protagonismo, enquanto as delícias deste mesmo tempo ao qual Ele nos enviou nos chamam ao papel rebaixado de joguete das circunstâncias.</p>
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<p>O papel a que somos chamados a desempenhar está escrito em nossa alma. Daí o sentido etimológico da palavra vocação, do verbo latino vocare: “chamar”. É um chamado, uma marca transcendente que ecoa desde nosso coração, mas que a barulheira e a agitação do mundo não nos deixam ouvir.</p>
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<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Parece um paradoxo, não é?</h2>
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<p>Deus, neste tempo, nos chamando ao protagonismo, enquanto as delícias deste mesmo tempo ao qual Ele nos enviou nos chamam ao papel rebaixado de joguete das circunstâncias.</p>
<p>Não é paradoxal. É que a realização do script pessoal depende da vitória contra o script mundano: é a guerra existencial (eu disse existencial – não política, não cultural) a que somos convocados a travar. É das mais dolorosas, porque suas batalhas são dentro da própria alma, e, no geral, sentimo-nos quase sempre perdedores.</p>
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<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">E por isso mesmo é a que tem mais desertores, aqueles que, sim, preferem um papel rebaixado, periférico, bovino; que preferem a segurança covarde de fazer o que todos já fazem – que preferem não ser.</h2>
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<p>Não por acaso que tendem à fraqueza moral. Afinal, de que outra forma, senão pelo combate, desenvolveríamos virtudes? Virtus significa força, vigor, valor, coragem. Não é no fogo do confronto da vida que forjamos a nossa força, a nossa distinta forma de ser – a nossa personalidade? Essa é a grande virtude, a grande força de que todos nós, indistintamente, precisamos.</p>
<p>E este é o objetivo principal deste curso: transmitir alguns exercícios e práticas que possibilitarão um melhor desenvolvimento da personalidade, e, consequentemente, mais segurança, inteligência, e autoconsciência nos combates diários.</p>
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		<title>Pedagogia e Verdade</title>
		<link>https://cloud.institutoborborema.com/produto/curso-pedagogia-e-verdade-marcos-bueira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 18:52:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O curso Pedagogia e Verdade, ministrado pelo Professor Marcus Boeira, apresenta os princípios antropológicos e pedagógicos de Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Boécio e outros santos educadores, explorando as potências da alma, as virtudes e a finalidade última da educação. Um estudo breve, porém profundo, que reconduz a pedagogia à sua vocação original: formar o homem segundo a verdade.

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										<content:encoded><![CDATA[O curso Pedagogia e Verdade, ministrado pelo Professor Marcus Boeira, apresenta os princípios antropológicos e pedagógicos de Santo Agostinho, São Tomás de Aquino, Boécio e outros santos educadores, explorando as potências da alma, as virtudes e a finalidade última da educação. Um estudo breve, porém profundo, que reconduz a pedagogia à sua vocação original: formar o homem segundo a verdade.

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		<title>Os Males da Escola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2022 19:35:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O curso "Os Males da Escola" investiga as raízes históricas e filosóficas da crise da educação moderna, revelando como a escola deixou de formar a inteligência e o caráter para se tornar instrumento de manipulação psicológica, doutrinação ideológica e deformação moral. Em 6 aulas, o professor examina o surgimento da escola moderna, os principais desvios pedagógicos, o impacto sobre a personalidade infantil e as possíveis vias de restauração. Um curso necessário para quem busca entender e proteger seus filhos dos males da escola contemporânea.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O curso &#8220;Os Males da Escola&#8221; investiga as raízes históricas e filosóficas da crise da educação moderna, revelando como a escola deixou de formar a inteligência e o caráter para se tornar instrumento de manipulação psicológica, doutrinação ideológica e deformação moral. O professor examina o surgimento da escola moderna, os principais desvios pedagógicos, o impacto sobre a personalidade infantil e as possíveis vias de restauração.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como ler obras de arte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sávio Mota]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jan 2022 22:46:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Você com certeza já se deparou com uma obra de arte. Presencialmente ou virtualmente nos acostumamos a passar os olhos pela Monalisa ou por um quadro de Botticelli como se fossem apenas objetos de decoração que ficaram famosos, como se o único critério possível de análise daquelas obras fosse o nosso gosto pessoal. Mas será [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-39231" src="http://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2022/01/YOUTUBE-CURSO.jpg" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2022/01/YOUTUBE-CURSO.jpg 1920w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2022/01/YOUTUBE-CURSO-600x338.jpg 600w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2022/01/YOUTUBE-CURSO-300x169.jpg 300w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2022/01/YOUTUBE-CURSO-1024x576.jpg 1024w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2022/01/YOUTUBE-CURSO-768x432.jpg 768w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2022/01/YOUTUBE-CURSO-1536x864.jpg 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Você com certeza já se deparou com uma obra de arte.</p>
<p>Presencialmente ou virtualmente nos acostumamos a passar os olhos pela Monalisa ou por um quadro de Botticelli como se fossem apenas objetos de decoração que ficaram famosos, como se o único critério possível de análise daquelas obras fosse o nosso gosto pessoal.</p>
<p>Mas será mesmo que você compreendeu e se relacionou com aquelas obras da melhor maneira possível?</p>
<p>O que realmente uma obra de arte pode fazer por você?</p>
<p>É esta a pergunta principal que o professor Luiz Carreira deseja começar a responder no Curso Online &#8220;Como ler obras de arte&#8221;.</p>
<p>Este é um curso voltado para quem quer compreender mais, apreciar e fluir melhor da sua relação com as obras de arte.</p>
<p>Nas aulas, o professor Luiz Carreira desenvolve o conceito de arte e ensina aos alunos procedimentos que os auxiliam na compreensão das obras e na relação deles com a arte.</p>
<p>Ele também fala sobre os propósitos necessários para que esta relação com a arte seja verdadeira e frutífera, porque não adianta ter uma lista de obras e de termos técnicos sem saber o porquê de cada coisa.</p>
<p>O curso é para TODO MUNDO que deseja entender melhor sobre o assunto.</p>
<p>ACOMPANHE O VÍDEO COM O RESUMO DO CURSO E GARANTA SUA VAGA:</p>
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<h2><span style="color: #000000;">6 AULAS</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 01 &#8211; &#8220;Como ler obras de arte &#8211; introdução&#8221;. Disponibilizada GRATUITAMENTE no link: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=_PbAKKQgRxw">https://www.youtube.com/watch?v=_PbAKKQgRxw</a></span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 02 -&gt; &#8220;Da física à metafísica da arte&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 03 -&gt; &#8220;Arte e as artes&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 04 -&gt; &#8220;Alguns problemas fundamentais&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 05 -&gt; &#8220;Forma e Conteúdo, Símbolo e Alegoria, e Abstrato e Figurativo&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 06 -&gt; &#8220;Atenção e olhar&#8221;.</span></h2>
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		<title>Como entender o crime no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2021 21:16:40 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: left;">O problema da criminalidade no Brasil é um assunto muito debatido nos programas de TV, nos fóruns de internet e nas mesas de bar em todo o país. Entretanto, quase sempre a discussão é carregada de muitas frases de efeito, apelos emocionais e dados pouco confiáveis. E isto não acontece apenas com o pessoal do PSOL. A verdade é que até mesmo quem combate a bandidolatria quase sempre desconhece as causas profundas dos números epidêmicos de crimes em nosso país.</p>
<p>Não resolveremos os problemas de segurança pública fazendo &#8220;arminha&#8221; com mão ou gritando que bandido bom é bandido morto. Estes simplificações passam longe das verdadeiras respostas para um problema que é muito profundo, duradouro e com várias ramificações.</p>
<p>É por isso que o curso online que lançamos agora é muito importante para todo mundo que quer compreender verdadeiramente este assunto. Eduardo Matos de Alencar é sociólogo, autor do livro &#8220;De quem é o comando?&#8221; e um dos maiores estudiosos do país sobre o tema &#8211; com vasta experiência em pesquisas no sistema carcerário.</p>
<p>Saiba mais sobre o curso assistindo ao resumo abaixo:</p>
<a href="https://cloud.institutoborborema.com/produto/curso-como-entender-o-crime-no-brasil/"><img decoding="async" src="https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FZBooTB-7LIE%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a><br /><br /></p>
<h2><span style="color: #000000;">7 AULAS</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 01 &#8211; &#8220;Criminologia Conservadora: verdades inconvenientes que ninguém quer que você saiba&#8221;. Disponibilizada GRATUITAMENTE no link: <a style="color: #000000;" href="https://www.youtube.com/watch?v=Di_8aWOjNnk">https://www.youtube.com/watch?v=Di_8aWOjNnk</a></span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 02 -&gt; &#8220;Visões da tradição criminológica&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 03 -&gt; &#8220;Família e Crime&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 04 -&gt; &#8220;Juventude e Crime&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 05 -&gt; &#8220;A escola que não controla&#8221;;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 06 -&gt; &#8220;Crime, Comunidade e Mercados&#8221;</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">AULA 07 -&gt; &#8220;Crime organizado&#8221;.</span></h2>
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		<title>Os problemas da ciência moderna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 22:59:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O curso oferece uma introdução clara às raízes filosóficas e morais da crise científica contemporânea. Mostra como a ciência moderna se afastou da noção clássica de sabedoria e passou a operar de modo fragmentado, especializado e desligado da busca pela verdade. O aluno compreende as causas do tecnicismo atual e redescobre o verdadeiro sentido da ciência.

&#160;

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-35282" src="https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2021/04/3v.png" alt="" width="1920" height="1080" srcset="https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2021/04/3v.png 1920w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2021/04/3v-600x338.png 600w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2021/04/3v-300x169.png 300w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2021/04/3v-1024x576.png 1024w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2021/04/3v-768x432.png 768w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2021/04/3v-1536x864.png 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></p>
<p>Vivemos em um mundo que considera a ciência como única fonte de conhecimento real, como sinônimo de razão e inteligência. O que por si já seria um problema, torna-se ainda mais grave pela situação atual daquilo que estamos chamando de Ciência. A versão moderna de ciência é tão diferente daquilo que os antigos convencionavam como &#8220;scientia&#8221; que deveríamos inventar um novo nome para esta prática atual.</p>
<p>Para entender o que acontece nos dias atuais, precisamos estudar um pouco origens históricas e teóricas da Ciência Moderna através do estudo dos seus &#8220;fundadores&#8221;. Para a missão de explicar um pouco sobre os problemas da ciência moderna, convocamos o professor Fábio Florence, que gravou em nosso estúdio um curso temático com 7 aulas &#8211; agora disponível em nossa plataforma digital.</p>
<p>Confira abaixo um pequeno vídeo explicativo e os resumos das aulas:</p>
<a href="https://cloud.institutoborborema.com/produto/os-problemas-da-ciencia-moderna/"><img decoding="async" src="https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2F6zo9LiID0Io%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a><br /><br /></p>
<h1><span style="color: #000000;">Resumo Geral e Resumos das Aulas</span></h1>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Resumo geral</strong></span></h2>
<p>o presente curso, dividido em 7 aulas, tem como objetivo apresentar ao público leigo uma visão introdutória sobre os principais problemas despertados pelo pensamento e pela prática da ciência moderna, não somente do ponto de vista teórico, mas sobretudo das repercussões que a forma atual de se fazer ciência provoca no conjunto da sociedade humana, com especial destaque para os problemas de cunho moral e para a pedagogia das disciplinas científicas. Para cumprir nosso propósito, oferecemos um breve panorama da história do pensamento científico, colocando em evidência os momentos críticos em que a formulação do ideal de ciência sofreu transformações decisivas. Ao final de nosso percurso, delinearemos de maneira breve um programa de estudos que esperamos servir de incentivo para pensar a ciência de maneira humana e como atividade dotada de sentido.</p>
<h2><span style="color: #000000;">Aula 01</span></h2>
<p>Nesta primeira aula, examinaremos um dos textos mais famosos sobre os desafios do trabalho científico na modernidade, a saber, A Ciência como vocação, conferência proferida em 1919 pelo sociólogo alemão Max Weber (1864-1920). No conjunto de reflexões elaboradas por Weber, colocaremos em destaque sobretudo o caráter profundamente especializado, fragmentário e transitório do pensamento científico moderno, que se desenvolve, de acordo com o autor, num mundo marcado pela racionalização e pelo “desencantamento”.</p>
<p>Esta aula está disponível gratuitamente em nosso canal no YouTube: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=YQ5Df2lLZ5E">https://www.youtube.com/watch?v=YQ5Df2lLZ5E</a></p>
<h2><span style="color: #000000;">Aula 02</span></h2>
<p>Para compreender o quadro delineado por Weber em 1919, transitaremos para as origens do pensamento científico, mostrando como os antigos gregos elevaram práticas como a agrimensura egípcia ao nível de um conhecimento profundo, universal e necessário das realidades presentes no mundo. Concluiremos nosso panorama com uma breve explicação sobre a divisão das ciências elaborada por Aristóteles e com o ideal de ciência como contemplação da ordem do universo.</p>
<h2><span style="color: #000000;">Aula 03</span></h2>
<p>Tomando como guia os instigantes estudos de Alexandre Koyré (1892-1964) sobre a história do pensamento científico, discutiremos a separação entre os diversos ramos do conhecimento no sistema das ciências elaborado pelos antigos gregos, dando especial destaque para a teoria dos lugares e movimentos naturais. Com isto, destacaremos a noção grega de explicação racional de fenômenos aparentemente desordenados e mostraremos como esse ideal acarretou uma série de problemas e dificuldades para conciliar os campos da física e da astronomia.</p>
<h2><span style="color: #000000;">Aula 04</span></h2>
<p>Nesta aula traçaremos um panorama dos principais elementos que conduziram à crise do pensamento antigo e medieval, colocando especial ênfase nas críticas à filosofia aristotélica elaboradas por autores renascentistas (como Francesco Petrarca). Nesse contexto, mostraremos que a cultura renascentista cria uma simbiose entre ciência, técnica e magia, ampliando infinitamente a ideia de possibilidade, e que desta combinação surgem os elementos fundantes da nova ciência, que vigora até os nossos tempos.</p>
<h2><span style="color: #000000;">Aula 05</span></h2>
<p>Nesta aula buscaremos esboçar um quadro dos princípios em que se assenta o pensamento científico fundado por Galileu e Descartes, e que tem seu ápice em Isaac Newton. Destacaremos aqui a visão de um universo regido por leis matemáticas e o ideal de elaboração de um sistema de ciências baseado no determinismo mecânico universal.</p>
<h2><span style="color: #000000;">Aula 06</span></h2>
<p>Nesta aula esboçaremos o projeto positivista de unificação das ciências com base no ideal que remonta à física de Newton. Discutiremos, também, a proposta de Augusto Comte de criação de uma nova aristocracia espiritual de cientistas sociais e de uma nova religião baseada na ciência.</p>
<h2><span style="color: #000000;">Aula 07</span></h2>
<p>Na aula de encerramento do curso, mostraremos o fracasso do projeto positivista de construção de uma visão unificada de ciência tendo como base o modelo físico-matemático; retomaremos, também, o quadro traçado por Max Weber na aula inicial, acompanhado de uma proposta concreta de resgate da visão antiga de ciência fundada nos primeiros princípios do conhecimento, mas sem ignorar as importantes conquistas do pensamento científico moderno.</p>
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		<title>O que é autoridade? Novas perspectivas sobre teoria do estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Instituto Borborema]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2020 21:11:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Compreender o que é autoridade não é apenas um estudo teórico, conceitual, mas também uma ferramenta de análise prática que indica como a autoridade é exercida nas mais diversas esferas da sociedade atual. Entender como a autoridade foi exercida desde os primórdios da civilização nos ajuda também a esclarecer melhor os episódios históricos e os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-16074" src="https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2.png" alt="" width="1785" height="998" srcset="https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2.png 1785w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2-600x335.png 600w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2-300x168.png 300w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2-1024x573.png 1024w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2-768x429.png 768w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2020/03/twitter2-1536x859.png 1536w" sizes="(max-width: 1785px) 100vw, 1785px" /></p>
<p>Compreender o que é autoridade não é apenas um estudo teórico, conceitual, mas também uma ferramenta de análise prática que indica como a autoridade é exercida nas mais diversas esferas da sociedade atual. Entender como a autoridade foi exercida desde os primórdios da civilização nos ajuda também a esclarecer melhor os episódios históricos e os personagens do passado que tanto influenciaram &#8211; e ainda influenciam &#8211; a Humanidade.</p>
<p>Foi para auxiliar todos aqueles que querem entender melhor os processos históricos, as ciências sociais e os processos humanos de modo geral que o professor Alexandre Marques organizou e ministrou este curso online na plataforma digital do Instituto Borborema.</p>
<p>O curso possui 7 aulas que podem ser assistidas (via streaming) quando e quantas vezes o aluno quiser. Confira abaixo os resumos com o conteúdo de cada aula:</p>
<a href="https://cloud.institutoborborema.com/produto/o-que-e-autoridade-novas-perspectivas-sobre-teoria-do-estado-alexandre-marques/"><img decoding="async" src="https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FFF8pF-n3W3o%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a><br /><br /></p>
<h2><span style="color: #000000;">7 AULAS*</span></h2>
<h2><span style="color: #000000;">Aula introdutória:</span></h2>
<p>Disponível na plataforma de aulas e também no YouTube.</p>
<p>Assista à aula GRATUITAMENTE neste link: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=kTjGLRGnEec">https://www.youtube.com/watch?v=kTjGLRGnEec</a></p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 01</strong>:</span></h2>
<p>Ao contrário de conceitos como <em>Democracia</em>, <em>Revolução, Cultura </em>ou ainda <em>Direito Natural</em>, o conceito de autoridade não se faz vistosamente presente na teoria política dos últimos duzentos anos. Alguns autores, como Alexander Kojève ou Hannah Arendt e principalmente, Alvaro D’ors, chegaram a tratar do tema, mas salvo o último, ninguém fez do problema objeto de investigação sistemática. Do que resulta que a compreensão do Estado moderno resta em muito dificultada, pois sem o auxílio da noção, originalmente latina, de <em>autorictas</em>, não é possível haver uma compreensão sintética e realista da instituição do estado moderno.</p>
<p>Os conceitos à luz do qual este é normalmente interpretado, como o de <em>Constituição </em>ou <em>Estado de Direito</em> não são suficientes para tanto. De todas as ordens de realidade que conformam a vida do homem comum o Estado é a que ele menos compreende. Sua compressão das realidades econômicas, e geográficas, por exemplo, pode ser pouca, mas é essencialmente correta. O mesmo não acontece com a compreensão do Estado, que depende, para ser compreendido, do conceito de autoridade.</p>
<p><em>Autoridade</em> nada mais é que o meio através do qual a obediência é produzida, para que uma sociedade política venha a existir. Ao contrário do que normalmente se imagina, a obediência não pode ser compreendida nem através da sociologia (ou economia), que lida com causalidade mecânica, pois não existe um mecanismo, uma sequência fixa de causa e efeito, que a produza garantidamente. Tampouco pode ser compreendida por meio do direito constitucional, que tal como existe hoje, reduz a questão da obediência à questão da validez jurídica, e toma como naturalmente obedecível toda lei que é, tão somente, válida de acordo com critérios lógicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 02</strong>:</span></h2>
<p>A tipologia que Aristóteles inventou para dar conta do evento restrito da persuasão tal como ele ocorria nas cidades gregas pode ser ampliada para dar conta do evento da autoridade política enquanto tal. Sua tipologia retórica pode ser transformada em uma heurística da história universal.</p>
<p>A história do Estado pode ser contada como a longa história que vai da fase primitiva (o famoso <em>Estado de Natureza</em>, dos filósofos do século XVI) em toda a obediência é produzida quase exclusivamente com recurso ao <em>pathos</em>. Os ritos e cerimônias que ordenam a vida da humanidade na maior parte de sua história são, segundo este ponto de vista, esquemas que ajudam a produzir o assentimento dos membros da comunidade. Como a ordem nas sociedades primitivas é produzida principalmente através do sentimento, o papel da dos chefes políticos bem como do direito resta reduzido.</p>
<p>A ordem política da pólis helênica, por sua vez, pode ser considerada como um equilíbrio entre a autoridade da Razão (<em>Logos</em>) e a autoridade do <em>Pathos, </em>com a ausência do recurso à autoridade Caráter (o <em>Ethos</em>). O ordenamento helênico não precisou nunca de uma realeza realmente efetiva. Ao mesmo tempo, ela esteve entre os primeiros ordenamentos políticos do mundo antigo em que se fez presente a figura dos portadores da razão – os sofistas; e também, além disso, não conseguiu nunca edificar uma sociedade política em que as cerimônias e ritos da religião politeísta primitiva fosse realmente dispensável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 03:</strong> </span></h2>
<p>O império romano assumiu uma figura distinta. Por um lado, nele, o caráter é o recurso principal de mediação da autoridade. A chefia política individual desempenhou, no mundo político e social romano, um papel fundamental, muito mais relevante do que desempenhou no mundo grego. Por outro, diferentemente do que ocorreu na pólis grega, a autoridade das cerimônias rituais do paganismo foi bastante reduzida, com a autoridade do <em>logos</em> assumindo um papel cada vez mais relevante, à medida que a sociedade política se desenvolveu.</p>
<p>Além da polís grega, fundada no <em>pathos</em> e no <em>logos</em>, e da república romana, fundada, no <em>ethos</em> e no <em>logos</em>, a antiguidade concebeu ordenamentos políticos fundados na mediação da autoridade através de uma razão universal. É o caso tantos dos Impérios helenísticos como aquele concebido por Alexandre da Macedônia, como das ditas religiões universais chamadas por Jaspers de Religiões Axiais. Nestes ordenamentos políticos, a autoridade é fundada quase que exclusivamente na razão (<em>logos</em>), as outras formas políticas desempenhando um papel subsidiário, e, ao menos idealmente, nulo. Com base nesta heurística, o Estado moderno pode ser descrito como um ordenamento político fundado no recurso à mediação do <em>Caráter </em>(<em>Ethos</em>) – que é a figura do soberano e a da <em>Razão</em> (<em>logos</em>) – na forma do direito natural ou das legislações constitucionais, com a total exclusão da autoridade do <em>Pathos. </em>Excurso: as três formas de mediação da autoridade traduzidas em três mandamentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 04:</strong> </span></h2>
<p>Excurso metodológico: a heurística da história universal é um exemplo do que poderia ser uma ciência realista do Estado. Uma ciência realista não é a que trabalha com realidades efetivas, com as forças reais que movem o mecanismo do comportamento humano e que, como tal, se opõe a uma ciência idealista. Uma ciência que desse conta do mecanismo do comportamento apenas seria também idealista, pois partiria do pressuposto ideal de que o comportamento humano pode ser descrito como um mecanismo.</p>
<p>Uma verdadeira ciência realista não é a que abarca a única realidade de que todas as outras dependem, e sim a que integra em uma única visão abrangente diversas ordens de realidades distintas, sem sacrificar uma a um esquema de compreensão que se aplica a outra.</p>
<p>Uma ciência não pode ser chamada de ciência no sentido moderno, uma vez que a principal característica desta é precisamente sacrificar a visão integral à visão parcial em troca da certeza do conhecimento obtido (a qual, não é preciso, dizer, não passa, muitas vezes, de uma ilusão).</p>
<p>Uma ciência realista do Estado é essencialmente uma ciência histórica, pois os ordenamentos políticos  não são esquemas abstratos mas realidades históricas concretas. Não apenas isto. Uma ciência  realista do estado deve lidar com a história das idéias políticas, embora não uma história das idéias políticas convencional, que se limite a recensear as doutrinas políticas em cada momento histórico.</p>
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<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 05</strong>: </span></h2>
<p>[continuação da heurística da história do estado com base na tipologia aristotélica]  Para compreender como o estado moderno veio a se configurar na Idade Média, é preciso entender a natureza particular da religião cristã.</p>
<p>Por um lado, a religião cristã se assemelha às religiões axiais. Ela deriva de uma destas, o judaísmo, e como tal é, também uma religião da lei e da razão universal. Por outro lado, sua relação com a Razão está longe de ser igual à das outras religiões axiais, visto que, nela, o uso que o governante pode fazer da razão para obter autoridade perante seus súditos é como que temperado pela presença, sempre à mão, do recurso às cerimonias rituais – e portanto da mediação do sentimento; <em>pathos</em> – concebidas, por sua vez, de uma maneira distinta das cerimônias rituais das religiões primitivas.</p>
<p>Esta diferença é de enorme consequência política, pois dele depende o tipo de sociedade política que o cristianismo permite que venha à existência, que é, justamente o Estado Moderno, cujas raízes jazem nas instituições políticas medievais.</p>
<p>Uma das características definidoras do Estado Moderno é, justamente, o modo singular em que nele, a razão (<em>logos</em>) é usada como mediação da verdade. A verdade é mediada através da razão, mas de uma razão compreendida como múltipla e variável, podendo variar de acordo com a situação concreta. A consequência   política disto é enorme, pois significa que os representantes desta razão não perfazem uma comunidade entre si, a qual media o poder do governante para uma miríade de comunidades locais, como era o caso da classe letrada dos impérios helenísticos e, de modo mais marcante, como é o caso do Islã. Ao contrário do que ocorre nas sociedades políticas marcadas pela religião cristã, que, por não ser uma religião da lei, dificulta o surgimento de uma classe letrada mediadora dotada de unidade.</p>
<p>No Islã a comunidade dos intérpretes do Alcorão – a Ulemá – assumiu um papel preponderante. O primeiro documento teológico e político do cristianismo, as cartas do apóstolo São Paulo já mostram a situação ambígua que, no interior da sociedade política cristã, a classe mediadora da razão encontra. Diferentemente de seus pares do judaísmo palestino e do Islã, a capacidade de São Paulo de mediar a verdade cristã é limitada. Foi essa limitação intrínseca que deu espaço para outras formas de mediação assumissem o protagonismo, ao longo do desenvolvimento histórico do cristianismo.</p>
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<h2><span style="color: #000000;"><strong>Aula 06:</strong> </span></h2>
<p>A situação ambígua pela qual a verdade é mediada – e a obediência produzida – na sociedade política cristã é o que, em última instância, explica as dificuldades de avaliar de modo sintético o período medieval.</p>
<p>À primeira vista, a Idade Média é o período cristão por excelência. Em nenhum outro período de sua existência histórica a Igreja foi uma força civilizacional tão efetiva. O problema é que ela não foi concebida para tal.</p>
<p>No mundo antigo, a Igreja era uma sociedade política mas não era responsável pela civilização. Ela não se confundia com o Império Romano. Pelo contrário, sob certo aspecto, existia contra ele. A noção de que ela é uma sociedade política paralela, sem a qual não existe religião cristã estava perfeitamente expressa na situação política real. Isto tudo muda na Idade Média, quando ela assume o papel de guardiã dos ideais culturais e civilizacionais de toda a sociedade.</p>
<p>Na prática, o resultado foi que a pluralidade de mediações racionais que a caracterizavam – e que tem que caracterizá-la necessariamente, em algum nível – teve de ser sacrificada em nome da manutenção do poder temporal. Na alta Idade Média, o papado mostra conceber-se quase como uma monarquia de estilo helenizante, que governava em nome de uma Razão universal  exclusiva, representada pelo Direito Canônico, ao poder de quem todas as potestades da terra teriam de se submeter.</p>
<p>Como este modelo de sociedade política fundado exclusivamente na mediação da razão não se coaduna perfeitamente com a teologia cristã -que é de tal maneira que admite uma pluralidade de mediações racionais –  não espanta que o período tenha sido marcado por grandes polêmicas contra as pretensões do papado.</p>
<p>A defesa de um estado secular – fora da jurisdição do direito canônico – por escritores como Marsílio de Pádua está, senão totalmente, ao menos em certo sentido, de acordo com os princípios de mediação da verdade que caracterizam o cristianismo desde o seu início.</p>
<h2><span style="color: #000000;">* TRANSMITIDAS VIA STREAMING, NA NOSSA SALA DE AULA -&gt; HTTPS://INSTITUTOBORBOREMA.COM/SALA-DE-AULA/</span></h2>
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		<title>Os Principais Personagens da História do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jul 2019 20:32:07 +0000</pubDate>
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<p>Os fatos históricos não são consequências do acaso ou provocadas por entes abstratos que direcionam o curso das coisas &#8211; como os historiadores &#8220;ideológicos&#8221; querem fazer parecer. A História é, antes de tudo, protagonizada por pessoas reais, inseridas em circunstâncias específicas e cujas ações concretas acabaram por gerar efeitos benéficos ou maléficos no mundo em que vivemos. Por isso, quem quiser entender os fatos históricos sem antes entender os personagens importantes que os protagonizaram vai acabar apenas criando ficções que nada têm a ver com a realidade.</p>
<p>Foi justamente para fugir das versões ideologizadas e para tentar entender as motivações e ações dos personagens reais da história do Brasil que o professor Rafael Nogueira organizou este curso. Nestas 5 aulas, gravadas no estúdio do IB em Campina Grande, o professor conseguiu resumir com rara felicidade toda a trajetória que nos trouxe do Descobrimento até os dias atuais. O curso ainda contém recomendações bibliográficas durante as aulas, de modo que o aluno tenha condições de aprofundar ainda mais os estudos sobre o assunto.</p>
<p>Confira abaixo um vídeo explicativo e os resumos de cada uma das aulas:</p>
<a href="https://cloud.institutoborborema.com/produto/curso-os-principais-personagens-da-historia-do-brasil/"><img decoding="async" src="https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/plugins/wp-youtube-lyte/lyteCache.php?origThumbUrl=%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FSaHEFgrKyxo%2Fmaxresdefault.jpg" alt="YouTube Video"></a><br /><br /></p>
<h1>5 aulas*</h1>
<p>Tipos e personalidades que formaram o Brasil</p>
<p><strong>Aula 01. Navegantes e nativos</strong></p>
<p>O curso começa com uma exposição sobre as grandes navegações portuguesas, do descobrimento até as expedições guarda-costas e povoadoras, sobre os nativos e sobre o entrosamento entre os portugueses e os índios, principalmente, os tupis. O tema-central é o heroísmo e a religiosidade da aventura lusa unidos à maneira de viver e agir dos tupis, formando, assim, a idiossincrasia luso-tupi-cristã do português da América.</p>
<p><strong>Aula 02. Bandeirantes</strong></p>
<p>Nesta aula, os exploradores são explicados desde as suas primeiras organizações, na forma de instituições militares, até os agrupamentos mais empreendedores e privados que buscavam minérios de valor e o apresamento de indígenas adversários daqueles com os quais os portugueses haviam se mesclado. O ponto destacado é a complexidade da questão bandeirante, simplificada à força pelos manuais de História.</p>
<p><strong>Aula 03. Nativistas e emancipadores</strong></p>
<p>Aqui estudaremos as mais diversas manifestações do espírito nativo, que, mesmo sendo Portugal, já se diferenciava do Portugal da Europa. São explicados os movimentos gerados por esse espírito e as personalidades mais notáveis, até chegarmos às revoltas e empreendimentos que se voltavam à luta pela independência. A idéia é demonstrar que a diferenciação entre o brasileiro e o português foi se tornando notável muito antes da Independência.</p>
<p><strong>Aula 04. Chefes de Estado da fase monárquica</strong></p>
<p>Neste momento, a atenção se volta às iniciativas de Estado. Uma vez formada a integração estatal do Brasil por D. João VI, a forma mais perfeita de chefia de estado apareceu no Segundo Reinado. São estudadas as principais ações dos Chefes de Estado até D. Pedro II.</p>
<p><strong>Aula 05. Chefes de Estado da fase republicana e o Exército visto como estamento</strong></p>
<p>O curso é finalizado com uma análise dos governos republicanos e da influência do Exército como estamento, fato amplamente reconhecido na Primeira República depois de publicados os estudos de José Murilo de Carvalho, mas ainda pouco analisado em suas repercussões atuais. A ideia é mostrar a vulnerabilidades dos sistemas experimentados nas diversas Repúblicas erigidas no Brasil em contraste com a solidez do sistema existente no Segundo Reinado.</p>
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<p>*<strong> Transmitidas via streaming, na nossa Sala de Aula -&gt;  <span style="color: #9f6b2a;"><a style="color: #9f6b2a;" href="https://cloud.institutoborborema.com/sala-de-aula/">https://cloud.institutoborborema.com/sala-de-aula/</a></span></strong></p>
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<h2>Sobre o professor</h2>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5509" src="https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/07/Rafael-Nogueira.png" alt="" width="301" height="306" srcset="https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/07/Rafael-Nogueira.png 619w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/07/Rafael-Nogueira-600x610.png 600w, https://cloud.institutoborborema.com/wp-content/uploads/2019/07/Rafael-Nogueira-295x300.png 295w" sizes="(max-width: 301px) 100vw, 301px" />RAFAEL NOGUEIRA</strong> é professor há mais de 10 anos, tendo lecionado aulas de Geografia, Ética e Cidadania, Empreendedorismo, Sociologia, Inglês, Redação, História e Filosofia em escolas, aulas particulares, cursos presenciais e cursos online Brasil afora. Foi consultor de História da equipe IVIN para a produção do filme “Bonifácio – O Fundador do Brasil” e também consultor e palestrante da série “Brasil – A última cruzada”, produção do Brasil Paralelo.</p>
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